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  • Foro: Estrategias para la acción policial en villas / comunas / favelas    
     

    Amigos de la Red,

    nuestro chat sobre la acción policial en villas fue un gran éxito, se discutieron muchas cuestiones importantísimas tales como la participación de la comunidad a las decisiones de la policía, la visión de la policía en la villa y los prejuicios en contra del policía, la sostentabilidad de la acción policial en estas zonas, las milicias y grupos de autodefensa, y muchas otras cosas.

    Este forum esta abierto para profundizar estas cuestiones, hacer surgir nuevas, comentar los documentos disponibles encima, contar sus experiencias, compartir sus dudas y reflexiones etc.

    Esperamos su participación, buen debate!

    Consulte los documentos producidos por los miembros sobre sus estrategias locales:

    Ciudad Evita, La Matanza, Provincia de Buenos Aires, Argentina, por Rubem Adrian Rodríguez + Aclaraciones sobre Ciudad Evita

    Provincia de Neuquén, Argentina, por Rubens Rebuffo

    Estado de Minas Gerais, Brasil, por Marco Antônio Bicalho

    Ciudad de Rio de Janeiro, por Jacqueline Muniz y Haydée Caruso

    Vea la síntesis del chat aquí.

    Algunas preguntas que nortearan nuestro chat

    Amigos,

    Destaco tres preguntas que nortearan nuestro ultimo debate y que podrán ser aquí profundizadas.

    1) ¿Hasta donde debe la policía realizar ciertas acciones que corresponden a otras agencias del Estado, como por ejemplo las correspondientes al ministerio de acción social?

    2) ¿Estamos (los policías) capacitados para solucionar ciertos problemas que tal vez tengan mas que ver con la asistencia social?  3) ¿En que medida nuestras estrategias y tácticas policiales están adecuadas a las comunidades que tienen alto grado de resistencia social a la presencia policial, muchas con resistencia armada de grupos?  abrazos a todos!

    Haydée Caruso Seg, 16/07/2007 - 18:35

    Preguntas que nortearan el chat

    Respondendo às perguntas propostas por Haydée, penso que é conveniente a participação de policiais em projetos sociais, desde que voluntária. Elas servem como meio de aproximação entre a comunidade e a polícia, para discussão de temas conflituosos como por exemplo a abordagem policial. Não considero assistencialismo. Creio que as polícias devem se modernizar a partir da quebra de alguns paradigmas. Se participação de policiais em projetos sociais resultarem em redução de taxas de crimes, deve ser visto como prevenção social e não como assistencialismo. Se as estratégias tradicionais não estão sendo eficazes, porque não tentar outras formas de atuação, obviamente sem abrir da competência legal.
    Tal resposta vai de encontro à pergunta número 3. É de suma importância adotar estratégias modernas para que se quebre a resistência à presença policial nos aglomerados. Isso só é possível conquistando a confiança dessas pessoas. Ser transparente e aberto ao diálogo tem feito a diferença na área onde trabalho.

    Marco Antônio Bicalho Ter, 17/07/2007 - 16:20

    Reflexiones posteriores desde Argentina.

    Saludos mis amigos de la Red. Siempre es un placer tener contacto con Ustedes.
    El chat del jueves me dejó más que conforme, creo que el intercambio entre países, y más que nada entre las distintas realidades que vive cada uno de nosotros, se vuelve cada vez más interesante.
    Cuestiones como la de los autodefensas o paramilitares, se me hacen bastante difícil de concebir, y sin embargo este tipo de realidades son muy comunes para habitantes de Brasil o de Colombia, y contrastes como este, son los que justamente, hacen a la riqueza de opiniones y experiencias que nos brinda ser parte de esta red.
    Si bien la situación en la Patagonia es muy distinta, y sabemos que, el fenómeno de personas viviendo en villas de emergencia es mucho menor que en otros lugares de América, yo creo que el problema de fondo es el mismo, la cantidad en aumento de personas desposeídas que no ven un futuro cierto, que no tienen trabajo, o son sub-empleados y no pueden brindarle un hogar a sus familias. Mezclados con esta gente están los que sacan rédito de esta situación y utilizan a estas villas como lugares de refugio o centros de operaciones para realizar todo tipo de actividades delictivas, y con el valor agregado de tener a disposición gran cantidad de mano de obra barata, ya que las necesidades en estos lugares son abundantes.
    La policía ve estos lugares como problemáticos, ya que desde allí se generan gran cantidad de inconvenientes, relacionados con lo delictual, y es la policía quien debe trabajar con ellos y tratar de solucionarlos.
    Carballo me comentaba en el chat, que le parecía que tanto mi trabajo, como el de Rubén de Buenos Aires, estaban enfocados desde lo táctico y organizativo policial, y que tal vez tendrían que participar otros órganos del estado, como por ejemplo la parte asistencial, totalmente de acuerdo con su opinión, lo que ocurre que la policía no tiene la estructura para trabajar con estos asuntos, y que en la mayoría de las situaciones es el mismo estado, quien a través de la justicia, por ejemplo, le ordena una operación o forma de actuación en particular, como puede ser un desalojo, y la fuerza policial tiene que simplemente obedecer la orden, y hacerlo respetando la ley, los derechos de las personas y causando el menor conflicto posible.
    Me pareció muy positivo el realizar el foro de opiniones después del chat, ya que nos da la posibilidad de realizar comentarios que pueden ayudarnos a clarificar algún concepto. Aprovecho la oportunidad para mandarles un abrazo fraternal desde Neuquén.

    Lic. Rubens Fabian Rebuffo
    -Oficial Principal-
    Policía del Neuquén

    Rubens Fabian Rebuffo Seg, 16/07/2007 - 19:26

    Estratégias para ação policial em aglomerados

    Durante o chat, chamou-me atenção a discussão em torno da participação de outros órgãos do Estado nos aglomerados, complementando a ação policial. É óbvio que a efetividade das estratégias adotadas seriam mais palpáveis caso isso acontecesse. Entretanto, chamo a atenção para uma reflexão, de certo modo com base em experiência vivida. Na maioria das vezes, o único órgão do Estado que se faz presente nesse locais é a Polícia. Daí a importância dessa comunidade contar com profissionais sérios, preparados e dispostos a enfrentar as dificuldades, a despeito da ausência de outros atores, na busca de melhores condições de vida para os moradores. Acredito piamente que se a polícia não agir, independentemente da participação de outros órgãos, as coisas tendem a piorar. Por crer nessa linha de racionio que tenho colocado em prática a proposta apresentada antes do chat, sem demagogia.

    Marco Antônio Bicalho Seg, 16/07/2007 - 23:25

    Como melhorar a atuação policial?

    Acredito que o grande desafio que se impõe às instituições públicas policiais da América Latina é o de estabelecer estratégias democráticas de administração da ordem pública com capacidade e capilaridade suficientes de mobilização, articulação e participação social, especificamente orientado para subverter o paradigma tradicional da força, da lei e da ordem política, em contraposição com o paradigma da cidadania, dentro do qual prevalece a idéia de prestação de serviços. Trata-se, portanto, de um recorrente embate político-ideológico presente nas sociedades que ainda estão sob a égide do processo de transição democrática o que requer um novo modelo de instituição policial, muito mais alicerçado nos valores da ordem democrática do na perpetuação do ciclo vicioso que permeia as sociedades fortemente marcadas pela desigualdade social. Nesse contexto, como já destacado no Chat, a preservação do quadro de desigualdade social, o preconceito, a violência, a corrupção e a impunidade são fatores interconectados que reproduzem velhas práticas políticas de natureza assistencialista pertencentes a um modelo estrutural de gestão governamental que utiliza a força policial como instrumento de opressão sobre as classes sociais mais baixas. Então, o que a polícia pode fazer diante desse cenário? Em face dos fatores acima expostos, destaco, para fins de reflexão, seis ações policiais ao alcance das instituições que poderiam ser empreendidas para forçar um movimento social de ruptura com o atual modelo e, ao mesmo tempo, anunciar o surgimento de uma nova força policial: 1) No marco das ações governamentais para a administração da segurança pública, o esforço de prevenção do delito não pode se resumir, exclusivamente, nas ações policiais. A idéia de um “Gabinete Institucional de Prevenção do Delito” pode ser constituir numa importante ferramenta e num valioso canal de interlocução da polícia como outras instâncias de governo. Pode funcionar também como uma excelente estratégia de aproximação e articulação comunitária; 2) Toda e qualquer prática policial deve estar orientada para a prestação democrática dos serviços públicos de segurança, desprovida de qualquer tipo de preconceito. O uso gradual da força se constitui num instrumento legal e legítimo da ação policial e deve estar sempre subordinado a uma idéia superior de proteção e serviço; 3) No âmbito da administração da ordem pública, a segurança pública deve ser tratada como política de Estado, haja vista tratar-se de um bem público indivisível, suprapartidário. Nesse sentido não há espaço para ingerências políticas comezinhas mediadas por interesses particulares, antagônicos ao bem comum; 4) A natureza da ação policial é civil e pública e deve estar sempre balizada pelos princípios da legalidade e do exercício da cidadania independentemente da classe econômica a que pertence o indivíduo. À guisa de estratégia policial, cabe às instituições policiais ampliar constantemente os canais de interlocução com a sociedade, aumentar o espectro de participação social e prestar à sociedade as devidas contas sobre sua atuação; 5) Toda e qualquer instituição policial deve estar organizada a partir de um modelo de administração transparente, orientado para a obtenção de resultados, com especial ênfase para a gestão de pessoas, processos e aporte adequado de tecnologia. Nenhuma organização policial pode prescindir de profissionais valorizados, bem capacitados e bem equipados para o exercício adequado da profissão; 6) Por último, porém não menos importante acredito que toda organização policial deve se submeter a um controle da atividade policial externo aos quadros da instituição. Esclareço que tal controle não seria apenas direcionado para a investigação de eventuais crimes e desvios de conduta, mas sim, principalmente, para funcionar preventivamente, de modo a assegurar os padrões mínimos de valorização do profissional de polícia.            

    Carballo Blanco Ter, 17/07/2007 - 17:27

    Caro Ten Cel Carballo, parabenizo-o pela reflexão e pelas seis propostas de ações, que de fato romperiam com o modelo atual de segurança pública no Brasil. Concordo em gênero, número e grau. É um verdadeiro tratado sobre política de segurança em poucas linhas. Tenho observado aqui e ali algumas dessas estratégias, entretanto, como lidamos com seres humanos que não se isentam de interesses particulares, há sempre alguém buscando auferir alguma vantagem para si ou para o grupo a que pertença, ao colocar em práticas estratégias de ações governamentais. Daí a dificuldade de se ver frutificar idéias como essas. Entretanto, devemos continuar trabalhando em busca de tempos melhores.

    Marco Antônio Bicalho Qua, 18/07/2007 - 15:09

       participación

    HOLA AMIGOS Y COMPAÑEROS DE LA RED!! Siento mucho no haber podido participar en este segundo debate por lo interesante del tema que se trato y más aun que en mi país existen a diario problemas como este y en done la policía por lo regular es la más afectada social y/o políticamente. En estos momentos acabamos de pasar por la experiencia aquí en mi Estado, donde una organización denominada “Antorcha Campesina” a invadido propiedades particulares y de gobierno lo que motivo la intervención policial para su desalojo (aquí así se le llama. en operativo se detuvieron a los lideres y fueron consignados, hasta le fecha siguen internos en el penal. sin embargo dicha agrupación se hace valer de una asociación de seudo estudiantes “en su mayoría menores de edad” los cuales hasta estos momentos se vienen manifestado en la plaza principal de la ciudad, violentando en orden y la paz pública con sus comportamientos. Ante ello se tomo la decisión de que en cuanto su conducta saliera de la legalidad fueran detenidos y puesto a disposición del juez de paz, Así duro la situación por todo el 2006, en los que se detuviera un aproximado de 180 menores. Lo que ha garantizado el apoyo de la población y minimizado el costo político al gobierno a sido la adecuada intervención policial en un estricto apego al marco legal y el respeto a los derechos humanos, además de por primera vez se ha dado un trato especial a dichas personas en su calidad de menores, de acuerdo con los pactos y tratados internacionales donde fundamentamos nuestra actuación. Como es de imaginar aun así se han dado una serie de quejas ante la comisión nacional de derechos humanos en mi país, sin embargo NINGUNA de las quejas ha sido procedente y se a calificado la intervención policial como adecuada y procedente tanto por la comisión como por los medios de comunicación. Con respecto a la serie de cuestionamientos que nortearon el debate considero desde la experiencia propia en mi localidad lo siguiente y que deseo compartir con ustedes. ) Soy de la idea que la policía no debe ni puede tomar responsabilidades que corresponden a otras agencias, pues lo anterior al no ser cumplidas o concretadas por diversidad de circunstancias ocasionan descrédito a la policía; Cada Institución del Estado o Gobierno tiene una responsabilidad social que debe cumplir; a la policía al menos en México se le han dado funciones de hecho que salen de su control y acción por lo que al final se le considera socialmente como responsable de muchos problemas que son ocasionados por falta de políticas públicas, sociales de salud. etc. Lo que si debería de intervenir la policía es en la elaboración de acciones y programas con otras agencias con el objetivo de prevenir y combatir conductas que repercutan en problemas de criminalidad e inseguridad. Poniendo cada actor el grano de arena que nos corresponde. 2)Nosotros como policías atendemos los síntomas y no las causas que generan los problemas, Observamos y predecimos que de seguir actuando las demás agencias como hasta ahora en un problema especifico u omitiéndolo, se dará un problema mayor y con repercusión en la seguridad; si bien tratamos desde lo empírico en tratar de evitarlo lo que falta es abrir caminos de comunicación con la agencia de responsabilidad primaria para que juntos, policía, gobierno y población encontremos una respuesta al problema y no un responsable del mismo (que por lo regular es la policía) 3) Las estrategias y tácticas considero que siempre serán las adecuadas y más por el efecto colateral político de una mala actuación, el problema es que siempre en estas acciones existe un problema de intereses socio-políticos y donde la policía es vista como represora al mando del gobierno y no como servidora de la sociedad, estas acciones son siempre mal entendidas por los afectados aun que estos estén fuera de la ley. Sin embargo mientras nuestras estrategias y tácticas traten de disminuir el número de victimas (lesionados) de ambos lados y del estricto apego a la ley y derechos humanos nuestras acciones podrán ser criticadas políticamente, pero jamás cuestionadas. Me da gusto restablecer contacto con ustedes, seguiremos en línea y que tengan todos un buen día y mejor turno de servicio. SUERTE!! Saludos desde QUERÉTARO MEX.

    Luis Gabriel (não verificado(a)) Sex, 20/07/2007 - 15:01

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